Tenho sofrido durante anos, por todas as lembranças,
com o peso de minha indeterminação
e a força da desesperança.
Cá pra dentro há quem diga que eu deveria ser decidida
pela decisão de obedecer.
Por outro lado, há quem clame que a liberdade de um homem
é o carma a qual deve padecer.
Por menos tenho morrido, lamentado e murmurado
é o infortúnio do meu fado, o poder em minhas mãos
é sensível a dor do ar - e as feridas
em meus lábios
___Disto não gosto de falar
Essa minha canção tão ardilosa, simples e indelicada
vem de minh'alma mal amada e do peito tentador
são as dores de meu parto, meu triste coração morto
___Tão infame em meus versos e poeta em meus sopros.
Fascinante, este! *_*
ResponderExcluirobg, Ricardo. O peito tende a doer.
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