Agora é um declame, cada vez que eu canto fico mais branquinha que minha linhas absurdas, se eu canto... só canto, só canto. E talvez a música e minha voz, e os meus talentos dedilhados e muito pouco dedicados, sejam a frustração que me faz escrever para pensar, bem assim, sem nada, que nem Flaubert, velho amigo e amante que estuprou minha carne e torrou aquele velho espírito cantador que eu tinha, eu tinha, lá nos quinze anos... Que nem Flaubert que só é mal porque não sabe cantar.
Pronto, falei.
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