,só que aquele passado era o que de mais espontâneo havia nele, era tudo que tinha; o vidro que não lhe refletia, mas o fazia fiel, suas dores nem eram casca de ferida... Sua roupa era pura, ele balançava o que de sempre era naquela mesma cadeira de balanço invisível desde o dia em que suas mãos arrancaram a alma dela.
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