‘ era o balé que eu sozinha aplaudia
Ela era Tereza, ou Cristina, só criança, era Bia
Se só dançavam eram as horas que a pedra sofria
E eu que lia, que pingava, refletia, beliscava, não cabia
Nesse embalo que menina não dá, os cabelos de Bia eram o meu manjar
Me batiam, eu para o sol, com as meninas o que gritava eram lâminas, as línguas, a cuca
E só os gritos empurravam o mito,
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