segunda-feira, 28 de novembro de 2011
' Disseram que eu voltei americanizada!
Toda liberdade do mundo pra dizer que não sei escrever, entenda, existem pontos, versos, letrinhas, essas coisinhas, aí existe eu, eu assim, bem assim mesmo, só de mim, daí então existem as linhazinhas que eu escrevo com aquelas palavrinhas que ninguém imagina, aí big-bung! Eu penso, escrevo, não transcrevo, nem tecnifico nada, eu só invento, bem levinho e mortal! Pra mim, bem aqui nas minhas coisinhas, que às vezes são íntimas, não existe pontuação cabível, nem palavras que me caibam. Nem o improvável me basta. Mas mesmo assim, você benzinho, agora falo com todo carinho do mundo, pode criticar, para isso também não existe expressão indefinida. Mais quem sabe um dia, lá um dia, numa manhã de agosto (eu gosto, sabe), nasça uma menininha bem linda, toda de cabelo pretinho, bem lisinho, e essa menina, bem pequenininha, saiba ser além daqui, saiba se fazer além de mim, aí, aí sim, eu digo: minha filha, você só nasceu porque é a liberdade que o mundo esperava para dizer que mamãe não sabe escrever. Não tenho nem 20 anos.
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