Não sendo a melhor, a linda e juvenil. Te amei.
Amei como natureza, leveza, minha alma era sombra, estava contigo.
De estante, instante, nosso amor (meu amor) te ter, longe em nós.
Minhas lágrimas, nossas vidas, nossas mortes, nossas dores.
Vivi só, te amei.
Hoje assim, minha função.
Boa noite, livro.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
' Vagabundinho
Vagabundinho que amou a Terezinha
Diga aí dona Teínha
Diga se vai ou não vai
Vida pequena, minha linda pequenina
Dona Preta e a pretinha
Que se atraca na barquinha, me beija
Roda e cai
Linda Tereza que abraça o menininho,
Entregou o vermelhinho, rebolou no vai e vai
Vagabundinho que amou a Terezinha
Acertou dona Teínha
Quando explode o neném sai
Diga aí dona Teínha
Diga se vai ou não vai
Vida pequena, minha linda pequenina
Dona Preta e a pretinha
Que se atraca na barquinha, me beija
Roda e cai
Linda Tereza que abraça o menininho,
Entregou o vermelhinho, rebolou no vai e vai
Vagabundinho que amou a Terezinha
Acertou dona Teínha
Quando explode o neném sai
' Clarisse
Nada de menos na noite, Clarisse sempre me acompanha. Ela balança dançando no meio fio, toca fagote, se não fosse traiçoeira seria uma boa companhia.
Somos casadas, assim por nós mesmas, artistas! Loucuras juvenis. Nos damos, mas sem rodeios de amor... Ela é rasa, sou boa, a melhor. Escrevo, ela confunde as artes, se atua não ultrapassa, se escreve, joga palavras, se toca, não encanta, se declama não comove, nem move. Timidez, sua desculpa, aliás, a de muitos desafortunados, se não fosse minha honra já a teria abandonado, não existe mais broche, tudo em nós é como nada, ela de pele se entorna em outras cobertas, de inveja benigna se envenena, sofre!
De brava ilusão me vestia, não era amada, minhas conquistas dividia, ela louca, sem alma me matava. Só beijava o sopro dos desgostos que carrego comigo pelas madrugadas, sempre em enlace - de mãos dadas.
Clarisse sempre me acompanha, seus fagoteados em meio fio.
Somos casadas, assim por nós mesmas, artistas! Loucuras juvenis. Nos damos, mas sem rodeios de amor... Ela é rasa, sou boa, a melhor. Escrevo, ela confunde as artes, se atua não ultrapassa, se escreve, joga palavras, se toca, não encanta, se declama não comove, nem move. Timidez, sua desculpa, aliás, a de muitos desafortunados, se não fosse minha honra já a teria abandonado, não existe mais broche, tudo em nós é como nada, ela de pele se entorna em outras cobertas, de inveja benigna se envenena, sofre!
De brava ilusão me vestia, não era amada, minhas conquistas dividia, ela louca, sem alma me matava. Só beijava o sopro dos desgostos que carrego comigo pelas madrugadas, sempre em enlace - de mãos dadas.
Clarisse sempre me acompanha, seus fagoteados em meio fio.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
' Burra, burrinha
Imaginação minha de 30 segundos!
Minha noite é de flerte
Um romance vagabundo
Nunca escrevo com razão
Meu pulmão é de cabeça
Caixa d’agua de sabão
Versos idiotas, na morte minha
Não tem suor
Magro e magrela (banguela)
De favela, martela remela
Meus olhos grandes e ciganos
Anos!
Idade de bruxa que ama
A saudade
Fiel
Real
Rea- Liah e idade
Minha menina e os peixinhos?
Escreve mal! Só mais, mais...
Acabou. Pronto!
Meu versinho é de trinta segundinhos (Plim).
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
' A Garra
Minhas unhas me arranham
arregaçam minha alma
Minhas unhas me sufocam
Enforcam minha galha
Minha galha não mais fala
Minha fala toca a alma
Minha unhas me arranham
Arregaçam minha galha
arregaçam minha alma
Minhas unhas me sufocam
Enforcam minha galha
Minha galha não mais fala
Minha fala toca a alma
Minha unhas me arranham
Arregaçam minha galha
'Beatriz em mim
Ela confiou em mim
Ela me entregou a mente
Ela me presenteou
Ela me entregou seu coração
Ela não sabe
Ela me matou
Era tudo verdade
No inferno sinto sua dor
Ela me entregou a mente
Ela me presenteou
Ela me entregou seu coração
Ela não sabe
Ela me matou
Era tudo verdade
No inferno sinto sua dor
' Suspiro
É saudade que vem e que passa
Te eleva no sonho da ninfa
Minha pequena e tão bela alma
Disfarça
Sobre mim, à noite
arte
leveza que navega comigo de mãos dadas
me faz falar com estrelas e pássaros
as crianças sorriem de minha desgraça
passa
disfarça
graça
solidão, os pés que não me escutam
a mente que ofusca o peito
meu nobre coração de vagabundo
o eu que de mim me mata
se afasta,
arrasta
traça
Meu sangue, teu ar
Meu último suspiro
Te eleva no sonho da ninfa
Minha pequena e tão bela alma
Disfarça
Sobre mim, à noite
arte
leveza que navega comigo de mãos dadas
me faz falar com estrelas e pássaros
as crianças sorriem de minha desgraça
passa
disfarça
graça
solidão, os pés que não me escutam
a mente que ofusca o peito
meu nobre coração de vagabundo
o eu que de mim me mata
se afasta,
arrasta
traça
Meu sangue, teu ar
Meu último suspiro
sábado, 23 de julho de 2011
' Desafio
Fiquei sabendo que o andar é da menina
Que na roça lava roupa na bacia
Fiquei sabendo que o melão é da menina
Que é ela colhe, colhe e bota
Que ela bota, corta e esfria
E quando dança ela balança sua cintura
O seu cabelo é de seda do deserto
Rasga o vestido no balanço e ela costura
Costura o vestidinho e balança no xaxado
Ela costura seu vestido e balança no xaxado.
Que na roça lava roupa na bacia
Fiquei sabendo que o melão é da menina
Que é ela colhe, colhe e bota
Que ela bota, corta e esfria
E quando dança ela balança sua cintura
O seu cabelo é de seda do deserto
Rasga o vestido no balanço e ela costura
Costura o vestidinho e balança no xaxado
Ela costura seu vestido e balança no xaxado.
'Comentário de Sara Gessi
Bem, dessa vez preciso comentar. Ultimamente me desceu um espírito de compositora, sei lá... Brega neah?! Eu tenho verdadeiro fascinio por quem consegue colocar as palavrinhas e sentimentos certos nos acordes, é tão lindo ver letrinhas, pedacinhos de coração apregados, grudados em notas. Eles são incríveis, sublimes. Amo vocês queridos bons compositores!
Fiz duas musiquinhas, brinquei com os baralhos de minha cabeça. Quem acompanha meu blog sabe que não possuo linearidade em meus pensamentos- não tenho linha de raciocínio- talvez eu seja louca... ou só uma artista, não sei.
Fiz Saúva, a "ruivinha" da música não é Beatriz, eu quis prestar uma homenagem as formiguinhas da pia da cozinha de minha casa, elas acabam com o meu açucar, então achei que fosse digno imortaliza-las num samba rock, ou, bumba meu boi musicado por Isaac Gonçalves.
A outra coisa minha (música) é o "Desafio", desafio porque meu cachorrinho Jack estava pulando em cima de mim quando a compunha. Acho que ela é meio que um xaxado, pensei numa mocinha do interior comendo melão e fiz minha proeza. Eu acho (rsrs) que espero que gostem (avisei que não tenho linha de raciocínio).Bem, é só... Valeu. Fui.
Muita paz e saúde (brega é brega.
Fiz duas musiquinhas, brinquei com os baralhos de minha cabeça. Quem acompanha meu blog sabe que não possuo linearidade em meus pensamentos- não tenho linha de raciocínio- talvez eu seja louca... ou só uma artista, não sei.
Fiz Saúva, a "ruivinha" da música não é Beatriz, eu quis prestar uma homenagem as formiguinhas da pia da cozinha de minha casa, elas acabam com o meu açucar, então achei que fosse digno imortaliza-las num samba rock, ou, bumba meu boi musicado por Isaac Gonçalves.
A outra coisa minha (música) é o "Desafio", desafio porque meu cachorrinho Jack estava pulando em cima de mim quando a compunha. Acho que ela é meio que um xaxado, pensei numa mocinha do interior comendo melão e fiz minha proeza. Eu acho (rsrs) que espero que gostem (avisei que não tenho linha de raciocínio).Bem, é só... Valeu. Fui.
Muita paz e saúde (brega é brega.
' Dia santo de Pedro
Por dia, o dia.
Santo de Pedro
Do poeta, escritor e bebedor...
Atordoemos!
Dia santo, dia banto
De Paulo não se sabe, Marcos foi dançar.
Bebeu toda a agonia
Morreu na arruaça
É de suco e cerveja...
Poeta, Pedro, escritor e bebedor.
Não bebem mais cachaça
Desgraça
O poeta não sangra mais
Amor.
Santo de Pedro
Do poeta, escritor e bebedor...
Atordoemos!
Dia santo, dia banto
De Paulo não se sabe, Marcos foi dançar.
Bebeu toda a agonia
Morreu na arruaça
É de suco e cerveja...
Poeta, Pedro, escritor e bebedor.
Não bebem mais cachaça
Desgraça
O poeta não sangra mais
Amor.
' O Senhor que manda em mim
O Senhor que manda em mim, não entende minha paixão
Faz de tudo para o nada
Me machuca, sacrifica
Nada fica
Nada fala
O Senhor que manda em mim, me acorda como o sol
De raio, ralha...
Parte a santa, nobre deusa
Me machuca, sacrifica
Nada fica
Nada fala
O Senhor que manda em mim
Humilhou meu sangue nervo
Cortou os punhos na talha
Minha nobre deusa santa
O amor de nobre vício
Linda e linda, amada e deusa
Tudo fica
Tudo fala
Tudo ralha
Tudo talha
Faz de tudo para o nada
Me machuca, sacrifica
Nada fica
Nada fala
O Senhor que manda em mim, me acorda como o sol
De raio, ralha...
Parte a santa, nobre deusa
Me machuca, sacrifica
Nada fica
Nada fala
O Senhor que manda em mim
Humilhou meu sangue nervo
Cortou os punhos na talha
Minha nobre deusa santa
O amor de nobre vício
Linda e linda, amada e deusa
Tudo fica
Tudo fala
Tudo ralha
Tudo talha
'Saúva
Essa musiquinha dedico a todas as Saúvas do Brasil
Vamo de Samba Rock tia Chica!
Olha
Veja ela
Tão linda e ruivinha, papai
Em minha janela
Olha
Para e espia
Ela rebola sinhá
Em cima da pia.
Olha
A aguinha que cai
É a rosa mais linda
Guria,
Ruivinha do pai.
Vamo de Samba Rock tia Chica!
Olha
Veja ela
Tão linda e ruivinha, papai
Em minha janela
Olha
Para e espia
Ela rebola sinhá
Em cima da pia.
Olha
A aguinha que cai
É a rosa mais linda
Guria,
Ruivinha do pai.
' Brincadeira de lobo
Pura água, doce amor
Lindo antigo
Frígido ardor
Minha roupinha
Tudo em vão
Vai passarinho
O dia é são
Tão linda e nua
Vívida e crua
Sabor de cobra
Veneno de rosa
A dor sutil
Beleza vã
Fina poesia
Narcisismo cético
Solidão
Poeta
Porta
E
Clã
Lindo antigo
Frígido ardor
Minha roupinha
Tudo em vão
Vai passarinho
O dia é são
Tão linda e nua
Vívida e crua
Sabor de cobra
Veneno de rosa
A dor sutil
Beleza vã
Fina poesia
Narcisismo cético
Solidão
Poeta
Porta
E
Clã
' Coração de Poeta
Quando não posso mais falar, viro poeta
Sumo com minha voz
Rasgo a minha alma
Tão pequena tão criança
Tão menina, moça falha
Na vida é assim
Turbantes e amantes
Ventos, noites e terras
Chamas, fogo!
Socorro, me deixe sair do copo
Uma porção de futuro
Trago em meu peito agora
Mágoa, força, passado
Classe de sufoco
Num coração de poeta
Sumo com minha voz
Rasgo a minha alma
Tão pequena tão criança
Tão menina, moça falha
Na vida é assim
Turbantes e amantes
Ventos, noites e terras
Chamas, fogo!
Socorro, me deixe sair do copo
Uma porção de futuro
Trago em meu peito agora
Mágoa, força, passado
Classe de sufoco
Num coração de poeta
quarta-feira, 22 de junho de 2011
' Angélica
Só um anjo, sem tinta sabor
Sem vida, em paz... Só um anjo
Sem poder, com luz!
Só um anjo, só uma vida, só um marco
De beijo de amor
Com vida, sem tinta, sem quadro
Só um anjo
Uma boca, um tarto
Te reluz,
Se foi.
Sem vida, em paz... Só um anjo
Sem poder, com luz!
Só um anjo, só uma vida, só um marco
De beijo de amor
Com vida, sem tinta, sem quadro
Só um anjo
Uma boca, um tarto
Te reluz,
Se foi.
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